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sábado, 21 de maio de 2011

Fim do Mundo?

Fim do mundo

O grupo evangélico cristão com sede na Califórnia lançou uma campanha mundial na qual adverte que só os verdadeiros crentes se salvarão.

Em seu site, assim como nas ruas, Family Radio adverte que "O Dia do Juízo Final é o dia 21 de maio de 2011. A Bíblia garante".

Segundo o grupo, o presidente da Family Radio, Harold Camping, chegou à conclusão que o fim do mundo será em 21 de maio de 2011 após estudar a Bíblia e porque é exatamente 7 mil anos depois do episódio que Noé se salva do Dilúvio Universal segundo, o texto religioso.

"A Sagrada Bíblia dá mais provas incríveis que no dia 21 de maio de 2011 é exatamente o momento do Juízo Final" acrescenta no site do grupo.

Family Radio considera que os não crentes sofrerão um poderoso terremoto que provocará vários meses de caos na Terra.


Se você está lendo isso agora sobreviveu ao fim do mundo anunciado pela seita  Family Radio, mais uma vez o homem tenta adivinhar o fim do mundo e falha vergonhosamente mas não é a primeira vez vejamos algumas tentativas:

Testemunhas de Jeová

Charles Russell funda o grupo em 1872, ao romper com a Igreja Adventista. No princípio chamavam-se A Torre de Vigia e posteriormente Aurora do Milênio, adotando em 1931 o nome de Testemunhas de Jeová.

A doutrina dos Testemunhas é apocalíptica; anunciaram o fim do mundo em 1914, 1925, 1976 e 1984. Não acreditam na divindade de Jesus e rejeitam a imortalidade da alma. Desde seu nascimento tiveram problemas em diversos países por negarem-se a aceitar deveres cívicos e sociais, assim como em não aceitarem as transfusões de sangue.

Mantêm-se isolados da sociedade e para isso possuem uma extensa lista de proibições para os adeptos.


  ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

A Igreja adventista tem duas origens distintas. A primeira está ligada ao nome ADVENTISTA. Não era para ser uma nova igreja, mas era uma crença na segunda vinda de Cristo pregada pelo pastor Guilherme Miller. A segunda está ligada ao nome SÉTIMO DIA, totalmente contrária a fé de Miller e implantado por uma mulher chamada Ellen G. White.

A crença do adventismo foi iniciada em 1818, por Guilherme Miller, um fazendeiro americano. Sua família foi toda batista. Havia entre seus primos alguns que eram pastores batistas. Mesmo assim desviou-se em 1810, e só regressou depois de ter servido o exército em 1814. Ao aceitar Jesus mergulhou ele num profundo exame da Bíblia. Atraíram-no particularmente as passagens de Daniel e do Apocalipse, levando-o a investigar a data mais provável do fim do mundo.

Já em 1818, fixara Miller a data do fim do mundo (ou advento, de onde vem o nome adventistas), para o ano de 1843. Diz ter ouvido uma voz interior que lhe insistiu: "Vá e di-lo ao mundo". Desde então, ajudado por muitas igrejas batistas, metodistas e congregacionais, proclamava o ADVENTO. Pregou o advento durante dez anos por toda a costa oriental dos EUA. Muitos de seus ouvintes começaram a pregar também. Assim o advento se espalhou como uma febre epidêmica.

Pessoas houve que começaram a preparar o vestuário para o dia da ascensão. Passando o ano de 1843 sem o fim do mundo, o profeta Miller marcou-o para o dia 21 de Março de 1844. Neste dia, milhares de pessoas, vestidas de branco, passaram a noite toda esperando Jesus. Foram decepcionados. Miller descobriu que estava errado. Voltou à sua congregação e pediu desculpas por tão grave erro. Até voltou a ser um pastor batista. Infelizmente o mesmo não se deu com alguns de seus seguidores, que a partir de 1844, formaram o movimento do ADVENTISMO.

De 1844 a 1860, os seguidores de Miller, sendo uma boa porcentagem deles batistas excluídos, foram conhecidos apenas como adventistas. Continuaram na insistência por datas. Quase uma por ano até o ano de 1877.

Entre os fiéis seguidores de Miller estava a senhora Ellen G. White, que, depois de ver fracassadas outras tentativas de marcação de datas, afirmou ter tido visões dos céus que lhe revelaram toda a verdade. Afirmava ela que o santuário de Daniel 8,13-14, está no céu e não na terra. Cristo teria vindo em 22 de Outubro de 1844 a esse santuário celestial. A próxima visão de Ellen foi sobre a guarda do sábado, de onde surgiu o complemento do nome Adventista do Sétimo Dia. Diz a Sra. White que teve uma visão onde havia uma arca no céu e nela estavam escritos os dez mandamentos. Dos mandamentos se destacava o quarto, porque se apresentava dentro de um círculo de luz. Entendeu ela que esse mandamento precisava receber maior atenção que os outros. Sua mensagem foi aceita pelos membros do adventismo e foi assim que surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia.


"  Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. Mateus 24.36"
 Muitos vivem como esse dia não fosse chegar, mas importa que toda palavra se cumpra como diz nosso Senhor Jesus Cristo, e  quando chegar o que diremos a Deus,como está nossa vida? Quando lia a noticia postada no Jornal Odia observei alguns comentários postados por celebridades, anônimos etc.. a totalidade tratava o caso como mera casualidade, será que o mesmo irá ocorrer na volta de nosso Senhor? com certeza sim , mas quando se derem conta o que dirão,com certeza esse será dia de grande agonia sobre  a terra, 
                                      Jesus está voltando você está preparado(a)?













sexta-feira, 20 de maio de 2011

Lição 8: O genuíno culto pentecostal



                                                 TEXTO ÁUREO


Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação(1 Co 14.26).

                                          VERDADE PRÁTICA


O genuíno culto pentecostal é marcado pela reverência, ordem e profundo temor a Deus, propiciando, assim, o contínuo derramamento do Espírito Santo sobre a igreja de Cristo.



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 1 Coríntios 14.26-33,39,40.

26 - Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.
27 - E, se alguém falar língua estranha, faça-se isso por dois ou, guando muito três, e por sua vez, e haja intérprete.
28 - Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja e fale consigo mesmo e com Deus.
29 - E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
30 - Mas, se a outro, que estiver assentado, for revelada alguma coisa, cale-se o primeiro.
31 - Porque todos podereis profetizar, uns depois dos outros, para que todos aprendam e todos sejam consolados.
32 - E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas.
33 - Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.
39 - Portanto, irmãos, procurai, com zelo, profetizar e não proibais falar línguas.
40 - Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.



                                                                    Contexto Histórico

    
A igreja em Corinto não estava sabendo lidar coerentemente com o dom de línguas em função do seu objetivo maior: a edificação do Corpo de Cristo. Por isso, Paulo os adverte e impõe três restrições ao seu uso nas assembléias da igreja: 1) Somente duas ou três pessoas devem falar por reunião; 2) Deve falar uma de cada vez; 3) Cada mensagem ou expressão proferida deve ter sua respectiva interpretação para o vernáculo dos ouvintes (v.28).
    Os crentes que têm o dom de profecia, assim como os que têm o dom de línguas, não deveriam superar três pessoas a falar por reunião. Na época de Paulo, eram comuns os excessos e reuniões que se prolongavam por várias horas até a exaustão. Os próprios profetas deveriam julgar o conteúdo bíblico e espiritual das mensagens pregadas pelos demais profetas, pois mesmo os crentes com dom de profecia ou quaisquer líderes espirituais não são infalíveis e, portanto, devem ser avaliados com sabedoria
(com o dom de discernimento – 12.10) por toda a igreja (37; At 20.30; 1Ts 5.20).
   O dom de revelação no AT era expresso através dos profetas do Senhor, nos tempos do NT, por meio dos apóstolos e seus discípulos mais próximos. Paulo, nos capítulos de 12 a se refere a dons que são concedidos a qualquer membro da Igreja de Cristo. Podia ser uma predição, como no caso de Ágabo  (At 11.28; 21.10-11), uma orientação específica da parte de Deus (At 13.1,2) ou mensagens de edificação, exortação e consolo (v.3). Paulo enfatiza que o dom de profecia, assim como o de línguas estranhas, não são produto de qualquer êxtase emocional ou psíquico, mas são capacitações espirituais totalmente sob controle do crente.
  Em todo o NT, a expressão “em todas as assembléias (ou congregações) dos santos” é usada somente aqui e enfatiza a universalidade e a harmonia de toda a Igreja visível de Jesus Cristo, o Filho de Deus, na Terra. Portanto, todas as igrejas cristãs devem obedecer às orientações aqui expressas, a fim de que o poder e a glória do culto cristão estejam na pessoa de Cristo e não no carisma individual dos membros da igreja. Um culto sem ordem, tumultuado, e sem coerência teológica (bíblica) pode colocar o nome de Deus em descrédito diante daqueles que ainda não foram salvos. A paz e a união dos crentes em Cristo é um poderoso testemunho ao mundo (1Ts 5.23).

Introdução

Estudaremos, nesta lição, os elementos do autêntico culto pentecostal. Veremos, outrossim, os perigos que há na adoção de modismos litúrgicos que, apesar das aparências, sempre acabam por acarretar sérios prejuízos à sã doutrina e aos costumes genuinamente cristãos. Como Igreja de Cristo, ofereçamos a Deus uma adoração segundo nos prescreve a Bíblia, sem quaisquer misturas.
Adorar e cultuar ao Senhor requer reverência, rendição e amor, pois o Pai continua a buscar os que o adoram em “espírito e em verdade” (Jo 4.23,24).

Muitos querem reinventar o Evangelho, a simples verdade já não basta mais ,o que está ocorrendo em muitos lugares é a dissolução do Evangelho em uma mensagem mais ecumênica (ou seja que não mexe com os erros de ninguém),com mais cumplicidade com os "desejo$" do homem .

I. ADORAÇÃO E CULTO

1. O verdadeiro significado de culto. Será que realmente cultuamos a Deus como a Bíblia o requer? Vejamos em primeiro lugar, o que significa culto. O próprio significado da palavra “culto”, ou “serviço”, já sugere, em si mesmo, o ato de adoração que, por sua vez, implica na reverência que todos devemos prestar ao Todo-Poderoso (Sl 29.2). Cultuar a Deus significa adorá-lo, exaltá-lo, prestar-lhe a devida reverência (Sl 96.9).
Infelizmente, muitos vão ao culto, cantam e até oram, mas não adoram ao Senhor, pois o seu coração acha-se distante de sua presença (Is 29.13). O culto para os tais é apenas um ponto de encontro, um momento de interatividade social.
   Para  que a igreja tenha um culto autêntico, ela precisa entender os motivos da realização do mesmo, precisa se aperceber da sua missão de ser um instrumento de Deus para adoração do Senhor e proclamação da sua salvação, deixando de cuidar de seus interesses pessoais e voltando-se para os interesses de Deus".

2. A essência do culto a Deus é a adoração. O ato de adorar a Deus constrange-nos a submetermo-nos incondicionalmente à sua vontade (Mt 6.10) e a nos humilharmos até ao pó diante de sua presença (Gn 18.27). A mulher pecadora, que ungiu a Jesus com fino unguento, “beijava-lhe os pés” em santa adoração (Lc 7.38). Se adorar é um ato de rendição, gratidão e exaltação ao Deus que nos criou (Sl 95.6), cheguemo-nos, pois, diante do Todo-Poderoso com temor e tremor, reconhecendo-lhe o senhorio sobre nossas vidas.  
  Deus se compraz naqueles que o buscam com um coração puro e sincero, e alegra-se naqueles que o adoram “em espírito e em verdade” (Sl 15.1-5; Jo 4.23,24). Por conseguinte, não devemos prestar-lhe culto como se estivéssemos a barganhar-lhe as bênçãos e os favores. Há muitos que, desprezando a soberania divina, passam a determinar seus “direitos” e a decretar suas “posses” como se o Senhor lhes fosse um mero empregado. Isso é falta de reverência e temor diante dAquele a quem devemos adorar pelo que é e pelo que já fez por nós (Jo 3.16; Ef 2.8,9; 1 Jo 4.19; Ap 4.10). 
  Esta estória de determinar é interessante por que se vê poucos determinando  a si mesmos serem um bom servo,servirem  a Deus e as pessoas, com seu tempo, seu dinheiro,seus dons, suas  vidas...

3. Adoração completa e incondicional. Se todo culto é um ato de adoração, nem todo ato de adoração é necessariamente um culto. Os judeus dos tempos de Isaías e Miqueias não sabiam fazer tal distinção, por isso o Senhor repreendeu-os energicamente (Is 1.11; Mq 6.3-8). Aliás, até mesmo nossas atividades profissionais têm de ser realizadas como atos de sincera adoração ao Senhor (Ef 6.5-9). O que isto significa? A vida do crente deve ser um contínuo ato de adoração e louvor a Deus (Sl 146.1).
A convicção do trabalhador  cristão  é que cada trabalho que realiza deve ser suficientemente bom para apresentá-lo a Deus.

II. COMPOSIÇÃO DO CULTO PENTECOSTAL

1. Liturgia do culto pentecostal. Apesar de suas características, o culto pentecostal também possui a sua liturgia. Mas o que significa liturgia? Não devemos assustar-nos diante dessa palavra, nem tê-la como sinônimo de formalismo. Liturgia, de acordo com o grego, significa serviço público. Nesse sentido, o culto cristão pode ser definido como um serviço que, em espírito e em verdade, prestamos a Deus (Sl 100.2).
Paulo apresenta a liturgia ideal para o culto cristão: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação” (1 Co 12.26). Embora a igreja em Corinto fosse autenticamente pentecostal, o seu culto deveria primar pela boa condução: “Mas faça-se tudo decentemente e com ordem” (1 Co 14.40). O culto deve ser racional e consciente, conforme exige a Palavra de Deus (Rm 12.1). Caso contrário, ou cairá no formalismo, ou em algo desordenado e sem forma.
Queremos deixar bem claro que a liturgia realmente bíblica jamais impedirá a manifestação do poder de Deus, batismos com o Espírito Santo, curas divinas, milagres e, principalmente, salvação de almas.
2. Elementos do genuíno culto pentecostal. Vejamos, a seguirmos elementos que, de acordo com Paulo, devem compor o verdadeiro culto cristão:
a) Leitura da Palavra. No Antigo Testamento, a leitura e a dissertação das Sagradas Escrituras tinham um sentido especial no serviço de adoração a Deus (Ed 8.1-12). Na Igreja Primitiva, quando o Novo Testamento ainda não havia sido escrito, os crentes utilizavam as Escrituras do Antigo Testamento em suas reuniões (At 2.42; 17.11).
Por conseguinte, o verdadeiro culto de adoração a Deus não pode ficar sem o ensino ou a pregação bíblica. A sua igreja ouve regularmente a leitura da Palavra de Deus? O culto sem a leitura e a explanação das Sagradas Escrituras é incompleto.
 Os louvores são de extrema importância afinal de contas Deus habita entre os louvores no  entanto a palavra ou pregação é o auge do culto e quantos tem desprezado isto, no momento da palavra se ausentam  da Igreja , conversam,riem fazem qualquer coisa menos prestar atenção a mensagem e isto ocorre em todos círculos da igreja  e o resultado disto é uma Igreja fraca espiritualmente e carente da palavra de Deus.

b) Cânticos na adoração. Uma das formas mais expressivas da adoração cristã é manifestada através de hinos e cânticos (Ef 5.18-21). Infelizmente, essa área da liturgia cristã muito tem sofrido com a proliferação de músicas que, sublimando o homem, minimizam o Senhor. Por outro lado, glorificamos a Deus porque nosso hinário oficial, a Harpa Cristã, tem como o seu primeiro compromisso exaltar o Senhor além de cantar as doutrinas da Bíblia Sagrada.
   O que tem ocorrido no meio evangélico nos últimos tempos tem sido a profissionalização do Louvor, ou seja, muito tem vivido de cantar e louvar, quantas vezes ouvimos pedidos de oração para determinados irmãos poderem lançar seus "cd's" e viverem da obra, e muitos no afã de vender mais e mais tem buscado inspiração em desejos humanos  , se desviando totalmente da vontade de Deus. Há louvores que não falam de Deus em momento algum e quanto se referem a este é como mero coadjuvante pronto para servir.

 c) As orações e as ofertas voluntárias. Os crentes na Igreja Primitiva, por não disporem de templos, oravam nas casas. Os de Jerusalém oravam também no Santo Templo (At 3.1; 4.23,24; 12.12). Além da oração, eles adoravam a Deus com a entrega voluntária de dízimos e ofertas (1 Co 16.2; 2 Co 9.7; Fp 4.18). A oração e a intercessão jamais devem ausentar-se do culto pentecostal. Tão importante quanto o louvor, a pregação a oração é parte vital do culto,como já foi estudado em semestres passados a oração é uma das principais formas de comunicação com Deus que dispomos , também fazem parte da adoração a entrega voluntária e de bom grado dos dízimos e ofertas para a casa do Senhor.

III. MODISMOS LITÚRGICOS

1. Adoção de movimentos estranhos ao cristianismo do Novo Testamento. A maneira como uma igreja adora ao Senhor reflete a sua crença e os seus valores. A igreja Primitiva, por exemplo, era autenticamente pentecostal tanto na forma quanto no conteúdo: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos” (At 2.42.43).
   O segredo do avivamento, por conseguinte, não se acha na adoção de modismos litúrgicos nem na criação de gestos e posturas artificiais que, mostra a experiência, sempre acabam por roubar a reverência do culto cristão. O verdadeiro avivamento espiritual torna-se realidade quando a igreja se volta à Palavra de Deus (2 Cr 34.15). A partir daí, a igreja não mais se escraviza à liturgia, porque a sua preocupação, doravante, será adorar a Deus através de um culto ordeiro e decente. Sua adoração também será demonstrada por meio de um serviço cristão completo: evangelismo, missões, ensino sistemático das Escrituras, assistência social, etc. Isto é avivamento.
2. Cultos exóticos. Há tantas inovações e exotismos invadindo nossos cultos, que, algumas dessas extravagâncias, em nada diferem do misticismo pagão. Recomenda-nos Paulo: “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão, e não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus” (Cl 2.18).
Infelizmente, tais coisas não ficaram no passado. Haja vista as igrejas que, ao invés de adorar ao Criador, acabam por adorar a criatura, por causa da ênfase que dão aos seres angélicos. Ora, que os anjos existem, todos sabemos. Mas eles existem para ministrar aos santos e não para serem adorados por estes (Hb 1.14). A presença mais importante no culto cristão é a do Espírito Santo. Cuidado, pois, com esses elementos estranhos ao culto pentecostal.

CONCLUSÃO

Você tem cultuado a Deus conforme recomenda a Bíblia? Cultuar ao Senhor não é apenas ir à igreja e se reunir com os irmãos, pois muitos vão à casa do Senhor, mas não lhe prestam culto; não passam de meros expectadores. Adoremos a Deus, pois, em espírito e em verdade.


 Bibliografia:
Revista CPAD 2º trimestre
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia Myer Pearlman 


  


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Lição 7: Os dons de poder

                  TEXTO ÁUREO


E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia(At 8.6).

VERDADE PRÁTICA


Através da operação de sinais e prodígios, pelo poder do Espírito Santo, o Senhor Jesus confirma a ação evangelizadora e missionária da Igreja no mundo




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE


Atos 8.5-8; 1 Coríntios 12.4-10.

Atos 8
5 - E, descendo Filipe à cidade de Samaria, lhes pregava a Cristo.
6 - E as multidões unanimemente prestavam atenção ao que Filipe dizia, porque ouviam e viam os sinais que ele fazia,
7 - pois que os espíritos imundos saíam de muitos que os tinham, clamando em alta voz; e muitos paralíticos e coxos eram curados.
8 - E havia grande alegria naquela cidade.

1 Coríntios 12
4 - Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo.
5 - E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.
6 - E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.
7 - Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil.
8 - Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;
9 - e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;
10 - e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas.

COMENTÁRIO


introdução

Palavra Chave
Poder: [Do grego Kratos]. “Força para fazer a obra de Deus”.

Antes de ascender aos céus, o Senhor Jesus prometera aos discípulos revesti-los de poder, a fim de capacitá-los não só a pregar o Evangelho, mas também a operar sinais, prodígios e maravilhas (Mc 16.9-20; At 1.8). Lucas, ao escrever os Atos dos Apóstolos, confirma o que lhes havia prometido Jesus (At 2.43; 8.13; 19.11). A ação evangelizadora e missionária da igreja era acompanhada, de fato, por milagres. Pois o Senhor, através do Espírito Santo, dotou os apóstolos e evangelistas com os dons de poder. Ele quer continuar a confirmar a sua obra por meio de nós, também com operações sobrenaturais.
Nesta lição, estudaremos o dom da fé, os dons de curar e o dom de operar maravilhas. Através destes dons, a Igreja de Cristo habilita-se a realizar o sobrenatural no reino natural, levando os pecadores a receber o Evangelho, e o mundo a reconhecer o poder de Deus.

I. O DOM DA FÉ

1. Definição. A fé, como dom, tem um caráter distinto da fé salvadora (Ef 2.8) e da fé que, como fruto do Espírito, pode ser interpretada como sinônimo de fidelidade (Gl 5.22). O dom da fé, pois, é concedido para as realizações de proezas em nome do Senhor. O hebraísta pentecostal, Gordon Chown, afirma que o dom da fé “é o equipamento espiritual e sobrenatural do crente, para lhe conceder o poder sobrenatural de confiar em Deus nas ocasiões onde só um milagre glorioso poderia alterar a situação” (Mc 7.24-30). Em outras palavras, é um convite a buscar a intervenção divina para operar o impossível!
2. A distinção entre o dom da fé e a fé natural. O texto sagrado fala literalmente do “dom da fé” ou “fé maravilhosa” (1 Co 12.9). Isso indica que não podemos confundi-la com a “fé natural” que é implícita e inerente ao ser humano. Através da fé natural, o ser humano possui a capacidade necessária para crer na existência de Deus (Rm 1.19,20). Mesmo a pessoa mais ímpia sabe que Deus existe (Tg 2.19). Portanto, é clara a distinção entre o dom da fé e a fé natural.
3. Nem todos possuem o dom da fé. Embora todos os salvos possuam a fé salvadora, nem todos são agraciados com o dom da fé, que é concedido pelo Espírito Santo para o crescimento, desenvolvimento e expansão do Reino de Deus.
 


II. OS DONS DE CURAR

1. Por que “dons de curar”? O fato de as duas palavras no original encontrarem-se no plural significa que o Espírito Santo habilita os que recebem os dons de curar a atuarem na cura sobrenatural das mais diversas enfermidades (1 Co 12.9). O Senhor Jesus, pois, capacita a sua Igreja, através desses dons, a curar todos os tipos de doenças: câncer, AIDS, lepra, paralisia, demência, etc.
2. O propósito dos dons de curar. Os dons de curar manifestam-se como intervenção especial e direta de Deus em favor daquele que sofre. Há dois propósitos básicos em seu exercício. O primeiro é atestar o poder do Evangelho com o objetivo de glorificar a Deus (Lc 5.23-26). E o segundo é amenizar o sofrimento humano, confirmando o amor do Eterno pela humanidade (Mt 9.36; Mc 1.41).
Alguns pregadores, usurpando a glória do Senhor, usam os dons de curar para se autopromover, não demonstrando nenhum respeito pelos que sofrem. Outros, fazendo comércio das coisas sagradas (At 8.17-21), espoliam as igrejas em campanhas que, de Deus, só têm o nome. Descompromissados e vaidosos, valem-se da simplicidade do povo e da omissão dos líderes, e, assim, vão ludibriando os incautos com técnicas psicológicas e hipnóticas como se estivessem sendo usados pelo Espírito Santo.
3. Os dons de curar e a doutrina da salvação. Apesar de a cura divina fazer parte da obra expiatória de Cristo (Is 53.4,5; Mt 8.14-17), devemos entender que a salvação da alma é mais importante do que a cura do corpo. Embora Jesus possa curar todas as enfermidades, não cura a todos os enfermos. Em sua soberania, Ele somente opera de acordo com a sua vontade. Isto não nos isenta, porém, de orar pelos enfermos, nem de insistir na busca dos dons de curar. Além do mais, se nos pusermos a evangelizar e a fazer missões, os sinais nos seguirão e as curas divinas farão parte de nosso cotidiano (Mc 16.15-20).


III. O DOM DE OPERAÇÃO DE MARAVILHAS

1. O que é a operação de maravilhas. O dom espiritual da operação de maravilhas é a capacidade sobrenatural que o Senhor Jesus, mediante o Espírito Santo, concede a sua Igreja, a fim de que esta opere sobrenaturalmente no terreno do natural, com o objetivo de demonstrar o poder de Deus e a autenticidade da mensagem evangélica (1 Co 12.10). A expressão “maravilhas” significa que a Igreja de Cristo habilita-se, por este dom e de acordo com a vontade divina, a operar de forma sobrenatural nas mais diversas circunstâncias. Um exemplo desse dom, temos num clássico episódio de Atos dos Apóstolos (At 13.4-12).
2. A atualidade do dom da operação de maravilhas. O livro de Atos confirma a operação desse dom em diversas passagens (Atos 4.16,30; 14.3; 15.12; 28.3-6). Devemos entender, porém, que as maravilhas somente se manifestam de acordo com a fé de quem ministra e dos que ouvem a proclamação da Palavra. A incredulidade impede a manifestação dos dons espirituais (Mt 13.58).
No Centenário das Assembléias de Deus no Brasil, é fundamental que nos conscientizemos de que Deus não mudou. Ele continua a operar o impossível e a realizar o sobrenatural. O dom de operar maravilhas, por conseguinte, é tão atual hoje como nos dias da Igreja Primitiva.
3. A importância desse dom para a Igreja. A operação de maravilhas traz o sobrenatural de Deus ao mundo natural dos homens. É o Espírito Santo manifestando a glória de Deus, para que Ele seja louvado e enaltecido e para que o seu Reino expanda-se até aos confins da terra (Lc 19.37; At 9.36-42). Que o Senhor distribua abundantemente os seus dons entre os seus santos, e que o seu nome seja eternamente exaltado.


CONCLUSÃO

Os dons de poder são capacitações extraordinárias concedidas à Igreja de Cristo para a realização da missão proclamadora do Evangelho. Não podemos relegá-los a segundo plano. Busquemos os dons, a fim de cumprirmos ousadamente a obra que nos confiou o Senhor. Afinal, como pentecostais, acreditamos na atualidade do batismo com o Espírito Santo e dos dons espirituais (Mc 16.17-20). Coloque-se na presença do Senhor e deixe que o Espírito de Deus o use.

Subsidio

 Quando os cristãos foram dispersos, Filipe, que se tornou famoso como um dos Sete, chegou a Samaria e pregou ali. Todo este incidente do trabalho em Samaria é assombroso devido a que era proverbial que os judeus não se comunicavam com os samaritanos (João 4:9).
A divergência entre ambos era de séculos. Muito antes, no século VIII a.C., os assírios conquistaram o reino do Norte cuja capital era Samaria. Como costumavam fazer os conquistadores naqueles dias, deportaram a maior parte da população e a puseram no estrangeiro.
No século VI os babilônios conquistaram o reino do Sul cuja capital era Jerusalém e levaram seus habitantes a Babilônia; mas estes se negaram completamente a perder  sua identidade e permaneceram obstinadamente judeus. No século V a.C. foi-lhes permitido voltar e reconstruir sua cidade destroçada sob Esdras e Neemias.  Enquanto isso, aqueles que, pertencendo ao reino do Norte, ficaram na Palestina uniram-se a raças estrangeiras que se introduziram no território. Ao fazer isto perderam sua pureza racial e para um judeu isto era um crime imperdoável.
Quando chegou o povo do reino do Sul e começou a reconstruir sua cidade,  o povo de Samaria, que nunca se afastou do lugar e que se casou com estrangeiros, ofereceram seu ajuda, mas oram rechaçados com desprezo porque não eram judeus puros. E desde esse dia em adiante houve uma brecha incurável e um ódio amargo entre judeus e samaritanos. O fato de que Filipe pregasse aqui, que os apóstolos viessem, que a mensagem  de Jesus se desse a esta gente, mostra a Igreja dando inconscientemente um dos passos mais importantes de sua história. Sem dar-se conta estão descobrindo que Cristo é para todo o mundo. Sabemos muito pouco a respeito de Filipe, mas foi um dos arquitetos da Igreja cristã.

Devemos assinalar o que foi que o cristianismo deu a esse povo.

(1) Deu-lhe a história de Jesus. Deu-lhe simplesmente a mensagem do amor de Deus em Jesus Cristo.

(2) Deu-lhe cura. O cristianismo nunca foi algo que só consiste em palavras. Trazia luz à mente dos homens e cura para seu corpo.

(3) Deu-lhe, como conseqüência natural disto, uma alegria que os samaritanos nunca tinham conhecido. O cristianismo que cria uma atmosfera de tristeza é falso; o verdadeiro é aquele que irradia alegria em qualquer momento.

1 Coríntios 12

1- palavra de sabedoria. Por essa expressão entende-se o pronunciamento ou a declaração de sabedoria. Que tipo de sabedoria? Isso se determinará melhor notando em quais sentidos se usa a palavra "sabedoria" no Novo Testamento. É aplicada à arte de interpretar sonhos e dar conselhos sábios (Atos 7:10); à inteligência demonstrada no esclarecer o significado de algum número ou visão misteriosos (Apo. 13:18; 17:9); prudência em tratar assuntos (Atos 6:3); habilidade santa no trato com pessoas de fora da igreja (Col. 4:5); jeito e discrição em comunicar verdades cristãs (Col. 1:28); o conhecimento e prática dos requisitos para uma vida piedosa e pura (Tia. 1:5; 3:13, 17); o conhecimento e habilidade necessários para uma defesa eficiente da causa de Cristo.

2- palavra de ciência é um pronunciamento ou declaração de fatos, inspirado dum modo sobrenatural. Em quais assuntos? Um estudo do uso da palavra "ciência" nos dará a resposta. A palavra denota: o conhecimento de Deus, tal como é oferecido nos Evangelhos (2Cor. 2:14), especialmente na exposição que Paulo fez (2Cor. 10:5); o conhecimento das coisas que pertencem a Deus (Rom. 11:13); inteligência e entendimento (Efés. 3:19).

3- Fé (Weymouth traduz: "fé especial".) Esta deve distinguir-se da fé salvadora e da confiança em Deus, sem a qual é impossível agradar-lhe (Heb. 11:6). é certo que a fé salvadora é descrita como um dom (Efés. 2:8), mas nesta passagem a palavra "dom" é usada em oposição as "obras", enquanto em 1Cor. 12:9 a palavra usada significa uma dotação especial do poder do Espírito. Que é o dom de fé? Donald Gee descreve-o da seguinte maneira:... uma qualidade de fé, às vezes chamada por nossos teólogos antigos, a "fé miraculosa", parece vir sobre alguns dos servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais duma maneira tão poderosa, que são elevados fora do reino da fé natural e comum em Deus, de forma que tem uma certeza posta em suas almas que os faz triunfar sobre tudo... possivelmente essa mesma qualidade de fé é o pensamento de nosso Senhor quando disse em Marcos 11:22: "Tende a fé de Deus" (Figueiredo). Era uma fé desta qualidade especial de fé que ele podia dizer, que um grão dela podia remover uma montanha (Mat. 17:20). Um pouco dessa fé divina, que é um atributo do Todo-poderoso, posto na alma do homem — que milagres pode produzir! Vide exemplos da operação do dom em 1Reis 18:33-35; Atos 3:4.

4-Dons de curar. Dizer que uma pessoa tenha os dons (note-se o plural, talvez referindo-se a uma variedade de curas) significa que são usados por Deus duma maneira sobrenatural para dar saúde aos enfermos por meio da oração. Parece ser um dom-sinal, de valor especial ao evangelista para atrair o povo ao Evangelho. (Atos 8:6,7; 28:8-10.) Não se deve entender que quem possui esse dom (ou a pessoa possuída por esse dom) tenha o poder de curar a todos; deve dar-se lugar à soberania de Deus e à atitude e condição espiritual do enfermo. O próprio Cristo foi limitado em sua capacidade de operar milagres por causa da incredulidade de povo (Mat. 13:58). A pessoa enferma não depende inteiramente de quem possua o dom. Todos os crentes em geral, e os anciãos da igreja em particular, estão dotados de poder para orar pelos enfermos. (Mar. 16:18; Tia. 5:14.)

5-Operação de milagres, literalmente "obras de poder". A chave é Poder. (Vide João 14:12; Atos 1:8.) Os milagres "especiais" em Éfeso são uma ilustração da operação do dom. (Atos 19:11, 12; 5:12-15.)

6-Profecia. A profecia, geralmente falando, é expressão vocal inspirada pelo Espírito de Deus. A profecia bíblica pode ser mediante revelação, na qual o profeta proclama uma mensagem previamente recebida por meio dum sonho, uma visão ou pela Palavra do Senhor. Pode ser também extática, uma expressão de inspiração do momento. Há muitos exemplos bíblicos de ambas as formas. A profecia extática e inspirada pode tomar a forma de exaltação e adoração a Cristo, admoestação exortativa, ou de conforto e encorajamento inspirando os crentes.

7-Discernimento de espíritos. Vimos que pode haver uma inspiração falsa, a obra de espíritos enganadores ou do espírito humano. Como se pode perceber a diferença? Pelo dom de discernimento que dá capacidade ao possuidor para determinar se o profeta está falando ou não pelo Espírito de Deus. Esse dom capacita o possuidor para "enxergar" todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração.

8-Línguas. "Variedade de línguas." "O dom de línguas é o poder de falar sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua feita inteligível aos ouvintes por meio do dom igualmente sobrenatural de interpretação." Parece haver duas classes de mensagens em línguas: primeira, louvor em êxtase dirigido a Deus somente (1Cor. 14:2); segunda, uma mensagem definida para a igreja (1Cor. 14:5). Distingue-se entre as línguas como sinal e línguas como dom. A primeira é para todos (Atos 2:4); a outra não é para todos (1Cor. 12:30).

9-Interpretação de línguas. Assim escreve Donald Gee: O propósito do dom de interpretação é tornar inteligíveis as expressões do êxtase inspiradas pelo Espírito que se pronunciaram em uma língua desconhecida da grande maioria presente, repetindo-se claramente na língua comum, do povo congregado. É uma operação puramente espiritual. O mesmo Espírito que inspirou o falar em outras línguas, pelo qual as palavras pronunciadas procedem do espírito e não do intelecto, pode inspirar também a sua interpretação. A interpretação é, portanto, inspirada, extática e espontânea. Assim como o falar em língua não é concebido na mente, da mesma maneira, a interpretação emana do espírito antes que do intelecto do homem.


Bibliografia:
Revista CPAD 2º trimestre
Conhecendo as Doutrinas da Bíblia Myer Pearlman 


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domingo, 1 de maio de 2011

"10 razões porque não tomo banho"

"10 razões porque não tomo banho"

(Paralelo a "10 razões porque não vou à igreja" )
Pessoas que não freqüentam os cultos sempre dão algumas desculpas razoavelmente interessantes para justificarem-se. Para mostrar a fraqueza dessas desculpas, alguém elaborou uma lista bem humorada chamada: "DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO".
1 - Fui forçado a tomar banho quando era criança.
2 - Pessoas que se banham são hipócritas - elas se acham mais limpas que as outras.
3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.
4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.
5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.
6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.
7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.
8 - Não tenho tempo.
9 - O banheiro é muito frio.
10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.
A comparação é óbvia. A maioria das desculpas para não se ir à Casa de Deus, são furadas. Assim também são os motivos pelos quais as pessoas não dão atenção para os assuntos espirituais.
Pena que isso aconteça... Pena que muitos inventam tantas desculpas... Agora, pense um pouco: O que essas pessoas vão ouvir de Deus (O SENHOR; O criador do Céu e da terra) na hora da sua morte? " Vinde benditos do meu Pai?". Mesmo crendo no imenso amor, na graça e na misericórdia de Deus, creio também no seu juízo e creio que Deus não vai fechar os olhos para aqueles que se fizeram de surdos e de cegos durante a curta vida aqui neste mundo. Pense: "De Deus não se zomba, aquilo que uma pessoa plantar, isso colherá" (Gálatas 6.9). "HOJE SE OUVIRDES A VOZ DO SENHOR, NÃO ENDUREÇA O SEU CORAÇÃO" (Hb 4.7).

Autor: Desconhecido
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EBD

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