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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Lição 9- A conversão de Paulo



 A conversão de Paulo
Contexto Histórico:
Nesta passagem temos o  relato  da  conversão  mais famosa da história. Devemos penetrar na mente de Paulo o quanto pudermos, para então vermos que não se trata de uma conversão repentina, mas de uma
rendição repentina. Algo a respeito  de Estevão subsistia na mente de Paulo e não podia apagar-se. Como podia um homem bom morrer  assim?  Para fazer calar essa  insistente  duvida  Paulo se  lançou  à ação
mais violenta  possível.  Muitas  vezes  acontece  que  quando um homem se dirige a realizar
uma ação de cuja  retidão tem certas  dúvidas, redobra seus esforços e  se esforça para convencer-se a si mesmo de que sua atitude é a correta, para silenciar suas dúvidas. Sua primeira   ação foi perseguir os cristãos de Jerusalém. Isto só piorava as coisas porque estava obrigado a perguntar-se a si mesmo que segredo fazia com que essa gente singela enfrentasse o  perigo, o sofrimento e a perda de  seus  bens, serenos e sem medo de ninguém. De modo que,   afundando-se ainda mais  na ação violenta  e
com sanha redobrada se apresentou perante o Sinédrio.  As ordens do Sinédrio tinham vigência em qualquer lugar em que houvesse judeus. Paulo ouviu que alguns cristãos escaparam a  Damasco  e  pediu  cartas  que  o  creditassem   para  ir a essa cidade e  reclamá-los por extradição. A viagem só piorou as  coisas. Entre Jerusalém e Damasco havia cerca de duzentos e trinta quilômetros. A viagem devia fazer-se a pé e levaria em torno de uma semana. Os únicos acompanhantes de Paulo eram os oficiais do Sinédrio,  uma  sorte de 
força  policial. Sendo fariseu, não podia  tratar com  eles; de modo que partia sozinho; e ao fazê-lo pensava, porque não tinha outra coisa a fazer.  O  caminho atravessava  Galiléia e esta região trouxe para sua memória
mais vividamente aquele Jesus. A tensão  em  seu  interior  aumentou.  Assim  chegou  perto de Damasco.

Damasco era uma das cidades mais velhas do mundo. Justo diante dela a rota subia o Monte Hermón, e lá abaixo estava Damasco, uma bela cidade branca em  uma planície verde,  "um  punhado de  pérolas em
uma taça de  esmeraldas",  como  alguém  a  chamou. Essa  região  tinha  um fenômeno característico. Quando  o ar quente da planície se  encontrava com o ar frio da montanha, desatavam-se violentas tormentas
elétricas. Nesse momento houve uma tormenta deste tipo e Cristo falou com Paulo através dela. E nesse momento finalizou a batalha e  Paulo se rendeu a Cristo. De modo que entrou em Damasco mudado. E que
grande mudança houve  nele! Aquele que tinha tentado entrar em Damasco como uma fúria vingativa, o fazia guiado pela mão, cego e impotente como um menino. Todo o cristianismo está presente no que o Cristo ressuscitado disse a Paulo. “Levante-se, entre na cidade; alguém lhe dirá o que você deve fazer” (v. 6, NVI). Até esse momento Paulo esteve fazendo o que  ele queria, o que  ele  considerava apropriado, o que sua vontade opinava. Deste momento em diante alguém lhe diria o que teria que fazer. O cristão é um homem que deixou de fazer o que ele desejava e começou a fazer o que Jesus Cristo quer que faça.    

I- Saulo de Tarso
“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”
 Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves   e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).
Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes de sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloqüente testemunho da paixão de suas convicções e do poder de sua lógica.
A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava no meio dela.
Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os fatos e as lendas se entremesclavam, tornando seus cidadãos ferozmente orgulhosos de seu passado.Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Em seus escritos, encontramos reflexos de vistas e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.
B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.
Em At 22:24-29 vemos Paulo conversando com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (At 22:25). O centurião levou a notícia ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (At 22:28). Isso implica que seu pai fora cidadão romano.
Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara haver “comprado” sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (At 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.
A cidadania romana era preciosa, pois acarretava direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.
Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus se tornavam cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.
I.1. Formação cultural de Paulo.

escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estaria estudando a Mishna com suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele se aprofundou na história, nos costumes, nas Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.
Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos (veja o capítulo 5, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles se haviam tornado a “aristocracia espiritual” de seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (At 23.6). Podemos estar certos, pois, de que seu preparo religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.
Saulo de Tarso passou em Jerusalém sua mocidade “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exatidão da lei. . .“ (At 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Atos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”
Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem tornar-se um ônus para o povo. Paulo escolheu uma indústria típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. Sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande incremento em sua obra missionária.
Após completar seus estudos com Gamaliel, esse jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que o tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.
Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Atos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Co 15:9). Em outras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Fp 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gl 1:13).
Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo jorra alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tm 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.
II- A conversão de Paulo.
Mas, seguindo ele viagem e aproximando-se de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu; e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? Respondeu o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; mas levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te cumpre fazer. Os homens que viajavam com ele quedaram-se emudecidos, ouvindo, na verdade, a voz, mas não vendo ninguém. Saulo levantou-se da terra e, abrindo os olhos, não via coisa alguma; e, guiando-o pela mão, conduziram-no a Damasco. E esteve três dias sem ver, e não comeu nem bebeu. (Atos 9:3-9)  Se perguntarmos o que causou a conversão de Saulo, só existe uma resposta possível. O que sobressai na narrativa é a graça soberana de Deus através de Jesus Cristo. Saulo não se “decide por Cristo”, como poderíamos dizer. Pelo contrário, ele estava perseguindo Cristo. É melhor dizer que Cristo se decidiu por ele e interveio em sua vida. A evidência disso é inquestionável.

 2.Ananias visita a Paulo.
Sem dúvida alguma Ananias é um dos heróis esquecidos da Igreja cristã. Se for certo que a Igreja deve conversão Paulo  à oração de Estêvão, também é certo que se deve à fraternidade  de Ananias. A reputação de Paulo chegou antes dele. Ananias recebeu a mensagem de Deus de que devia ir ajudá-lo.Quando essa mensagem chegou a Ananias deve ter parecido uma
loucura.na compreensão humana parece que Deus lhe disse : "Vá e ajude o homem que veio para pôr você
numa prisão e que teria amado assassiná-lo."Ele  poderia ter-se aproximado de Paulo com suspeitas, como alguém que está realizando uma tarefa que lhe desgosta; poderia ter começado muito bem com recriminações e o culpando; mas não o fez; suas primeiras palavras foram: "Irmão Saulo". Que boas-vindas havia nessas palavras! É um dos exemplos mais sublimes do amor e perdão cristãos. Isso é o que Cristo pode fazer.
III- Propósitos da vocação de Paulo
1-Conhecer a vontade de Deus:  Há duas chaves para se conhecer a vontade de Deus para uma dada situação:
1. Certifique-se de que o que você está pedindo ou pensando em fazer não é algo que a Bíblia proíbe.
2- Certifique-se de que o que você está pedindo ou pensando em fazer irá glorificar a Deus e ajudá-lo a crescer espiritualmente. Se estas duas coisas forem verdade e Deus, ainda assim, não está dando o que você está pedindo – então provavelmente não é da vontade de Deus que você tenha o que está pedindo. Ou, talvez, você somente precise esperar um pouco mais por isso. Conhecer a vontade de Deus é, às vezes, difícil. As pessoas querem que Deus, basicamente, diga a elas o que fazer – onde trabalhar, onde morar, com quem se casar, etc. Romanos 12:2 nos diz: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”

Conclusão:
A conversão  e a vocação de Paulo ensinan-nos que Deus chama e capacita a quem ele quer para ministérios especificos .Ele transforma  o mais terrive dos homens num "vaso escolhido", afim de que proclame o seu Evangelho até os confins da Terra .
Você foi chamado para anunciar a mensagem da cruz? obedeça, já .É o tempo de segar.


Bibliografia:
BIBLOS - O CD DA PESQUISA BÍBLICA
COMENTÁRIO BIBLICO   BARCLAY, Introdução e síntese do Novo Testamento  Nova Esperança
Revista CPAD-  Jovens e Adultos 1ª Trimestre de 2011
O Mundo do Novo Testamento

STOTT, John. A Mensagem de Atos. Trad. Markus André Hediger Lucy Yamakami. 1ed. São Paulo: ABU Ed., 1994. 464p.; pp. 188-198
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Pastor evangélico é assassinado em frente à igreja

 

Pastor evangélico é assassinado em frente à igreja

POR LUARLINDO ERNESTO
Rio - Um pastor evangélico foi assassinado na noite de domingo em frente à igreja onde ele pregava, no Santíssimo, Zona Norte da cidade. A polícia acredita que Heguinaldo da Silva Viana, de 44 anos, tenha sido executado por um vizinho do templo, que se sentia irritado com o barulho dos fiéis durante os cultos e que já havia jurado o religioso de morte.
  De acordo com testemunhas, o pastor - que já havia registrado queixa contra o suspeito na 35ª DP (Campo Grande), em dezembro de 2010 - discutiu momentos antes com o rapaz por causa da cantoria. O acusado está foragido e a Delegacia de Homicídios assumiu as investigações do caso.
  Heguinaldo morreu no local, na Rua Teixeira Campos, e o corpo ainda se encontra no Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande. 
 http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/2/pastor_evangelico_e_assassinado_em_frente_a_igreja_145738.html

 

 

 

 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Lição 8 : Quando a Igreja de Cristo é Perseguida

Quando a Igreja de Cristo é Perseguida.

Texto Áureo:
 " Bem aventurados sois vóis quando vos injuriarem,e perseguirem,e mentindo disserem todo mal contra vós,por minha causa" (Mt 5.11).

     Quando a Igreja de Cristo é Perseguida? A igreja de Cristo é perseguida quando faz a diferença neste mundo ou seja não coaduna com seus simbolos, suas doutrinas , seu sistema que é governado pelo principe deste século, a  Igreja de Cristo é perseguida quando prega o evangelho de Cristo a tempo e fora de tempo,quando anuncia que a salvação e caminho da vida se encontram só em Cristo.

1.Contexto Histórico:
   Os judeus sempre se consideraram o povo escolhido; mas interpretaram a palavra  escolhido equivocadamente. Consideravam-se escolhidos para honras e privilégios especiais; e criam que Deus não se interessava por outro povo a não  ser por eles. Os mais fanáticos declaravam que Deus criara os gentios para ser combustível dos fogos do inferno. Até em sua posição mais aberta criam que um dia os gentios seriam seus servos. Nunca sonharam que foram escolhidos para servir e levar todos os homens a uma relação com Deus como a que eles criam ter. Este era o problema.  Na verdade, ainda não se falou de aproximar-se dos gentios. Agora, Estêvão via muito mais  longe que seus companheiros: evidentemente tinha  a visão de um mundo para Cristo. Duas coisas eram especialmente apreciadas para os judeus. Primeiro, o templo; só ali se podia oferecer sacrifícios e só ali se podia adorar verdadeiramente a Deus. Segundo, estava a Lei que nunca podia mudar-se. Mas Estêvão via que o templo desapareceria, que a Lei era nada mais que um passo em
direção do Evangelho, que o cristianismo devia estender-se ao mundo inteiro, e Estêvão o disse. Teve  oportunidade de fazê-lo porque na sinagoga não havia ninguém encarregado do sermão. Qualquer estranho distinto podia ser convidado a pregar. E ninguém podia rebater seus argumentos. De modo que os judeus, quando a lógica e as discussões fracassaram, recorreram à força e prenderam Estêvão. Sua carreira foi
muito curta; mas teve um grande  significado porque foi o primeiro em ver que o cristianismo não era algo reservado aos judeus, mas sim era a oferta de Deus para todo o mundo.Estêvão apelou à lição da história. Evidentemente, cria que a melhor forma de defender-se era atacar. O que ele fez foi tomar
determinados pontos do panorama da história do povo judeu. Neles via que surgiam certas verdades, verdades que podiam ser utilizadas para condenar a sua própria nação.
(1) Considerou que os homens que realmente tinham tido um papel importante na história de Israel eram aqueles que ouviram o mandato de Deus: "Saí...", e não tiveram medo  de obedecê-lo. Os grandes homens
eram aqueles que estavam preparados para realizar a grande aventura da fé. Estêvão contrastou esse espírito aventureiro com o dos judeus de seus dias, cujo único desejo era deixar as coisas tal qual estavam e que
consideravam Jesus e a seus seguidores como inovadores perigosos.
(2) Insistiu em que os homens adoraram a Deus muito antes de haver um templo. Para os judeus este lugar era o mais sagrado de todos. A insistência de Estêvão no fato de que Deus não reside exclusivamente
em algum templo feito por mãos do homem foi um duro golpe para o que todo o seu povo considerava sagrado.  
(3) Estêvão insistiu em que quando os judeus crucificaram a Jesus o que tinham feito era somente coroar uma política que seguiram atravésde toda sua historia nacional; porque através de todos os tempos açoitaram os profetas e abandonaram os líderes que Deus tinha chamado.Estas eram verdades duras para homens que criam ser os escolhidos, e não é nada estranho que se enfurecessem tanto ao ouvi-las. Devemos levar em conta estes pontos recorrentes ao estudar a defesa de Estêvão.
O  PRIMEIRO  MÁRTIR
 Atos 7:54-60
Uma dissertação como esta não  podia ter outro final; Estêvão desafiou a morte e ela chegou. Mas Estêvão não viu as caras retorcidas de ira. Seu olhar tinha transpassado o tempo e viu Jesus à mão direita de
Deus. Mas quando o disse, para eles  só foi a maior das blasfêmias. A pena por blasfêmia, por falar mal de Deus, era morrer apedrejado (Deuteronômio 13:6 ss.). Devemos notar que não foi um juízo. Foi um linchamento, porque o Sinédrio não tinha direito de condenar ninguém à morte. O que matou a Estêvão foi uma explosão de ira cega e incontrolada.
O método de lapidação era o seguinte. Levava-se a réu a uma certa altura e o despenhava. Esta era a  obra das testemunhas. Se morria na queda, bem; se não, jogavam-se  sobre ele grandes pedras até que finalmente morria.
Há na cena certas coisas que devemos notar a respeito de Estêvão. 
(1) Vemos o segredo de seu valor. Seu segredo era que além do que todos esses homens pudessem fazer com ele, via que à sua espera estavam as boas-vindas de seu Senhor. Via o martírio como a entrada ao
trono de Cristo. 
(2) Vemos Estêvão seguindo o  exemplo de seu Senhor. Assim como Jesus orou pelo perdão dos  que O executavam (Lucas 23:34) Estêvão também o fez. 
Quando George Wishart ia ser  executado, o verdugo duvidou. Wishart se aproximou e o beijou. "Vamos", disse, "eis aqui uma prova de que te perdôo." Toda a lição da história é que o homem que segue a Cristo até o fim, achará forças para fazer coisas que parecem humanamente impossíveis.

1.2 Saulo entra me cena.
A primeira parte do primeiro versículo do capítulo 8 corresponde à seção do capítulo 7. Saulo entrou em cena. O homem que ia converter-se no apóstolo dos Gentios é o homem  que concordou totalmente com a
execução de Estêvão. Mas como disse Agostinho: "A Igreja deve à oração de Estêvão o ter ganho a Paulo." 
Por mais que tentasse, Saulo nunca pôde esquecer a maneira como Estêvão morreu. O sangue dos mártires já tinha começado a ser a semente da Igreja. Alguns acham que essas palavras indicam que Saulo era um membro do Sinédrio. Isto não precisa ser verdade. Entretanto, sendo ele da Cilícia, era sem dúvida um membro da sinagoga que discutiu com Estêvão (6:9).  Até esse momento a igreja não demonstrara nenhuma inclinação de  levar o Evangelho a todo o mundo, permanecendo em Jerusalém. Deus usou a perseguição que se seguiu à morte de Estêvão como um meio  providencial para a expansão do Evangelho fora de Jerusalém. Os crentes da congregação de Jerusalém foram espalhados por toda parte, mas os apóstolos puderam permanecer na cidade dando estabilidade à igreja.O espírito instigador dessa perseguição foi Saulo (veja Gl. 1:13, 23; I Co. 15:9; Fl. 3:6). Ele se convenceu de que esse novo movimento que proclamava um criminoso crucificado como o Messias não podia ser de Deus. Pois o V.T. pronunciava uma maldição sobre qualquer um que fosse pendurado sobre uma árvore. Era uma prova escriturística, segundo o entendimento de Saulo, que Jesus era um enganador e esse novo movimento era blasfemo.
Vamos fazer uma pequena reflexão: Que tipo de evangelho é pregado em nossos dias? O Evangelho pregado em nossas igrejas inclui a possibilidade de sofrimento por amor a Cristo? ou anunciamos somente prosperidade, fartura, longevidade e saúde?  Vejamos como os apóstolos morreram:
  
ANDRÉ - Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”. André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (Jo 1.35-42; Mt 10.2). O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

 BARTOLOMEU – Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mt 10.3; Jo 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.         

FILIPE – Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (Jo 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

  JOÃO - O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (Jo 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mt 4.21 O único que permaneceu perto da cruz (Jo 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (Jo 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Ap 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.
  
JUDAS TADEU - Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (Jo 14:22-23)  Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.
 MATEUS - Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Mc 2.14; Mt 9.9-13; 10.3; At 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.
        
MATIAS - Escolhido para substituir Judas Iscariotes (At 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.

PAULO - Israelita da tribo de Benjamim (Fp 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (At 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).

PEDRO - Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mt 17.1-4). Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero. Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

SIMÃO, o Zelote – Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.

TIAGO, O MAIOR – Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, pescador (Mt 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.
  
TIAGO, O MENOR – Filho de Alfeu (Mt 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.
 
TOMÉ - Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificação (Jo 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.



Tipos de Perseguição:

Perseguição fisica: é o nome dado aos maus tratos físicos ou psicológicos, incluindo agressões e mortes sofridas por cristãos por causa da sua fé na pregação de Jesus.

Atualmente os dez paises onde a perseguição tem sido mais feroz são:
  
1. Coreia do Norte

A situação na Coreia do Norte permanece terrível. Durante o último ano, mudanças gerais no país afetaram toda a população, inclusive os cristãos. Devido à mudanças na moeda nacional, duas em cada dez pessoas perderam suas casas. Além da crise econômica, a Corei do Norte também sofreu catástrofes naturais.

Dezenas de norte-coreanos morreram em enchentes e deslizamentos de terra causados por um furacão. Então, a situação para os cristãos piorou muito. O país está sob o encantamento da ideologia “juche” e a adoração ao “Grande líder”. Como resultado, de acordo com o governo, os cristãos não têm nem o direito de existir.

Apesar da perseguição, o cristianismo está crescendo lentamente. Em 2010, centenas de cristãos foram presos por diversos motivos. Alguns foram mortos e outros condenados a viver em campos de concentração. Por exemplo, uma igreja doméstica na província de Pyungsung foi descoberta pelas autoridades em maio, e três cristãos foram condenados à morte por causa da reunião. Os outros 20 foram condenados a campos de trabalhos forçados.

Na política também estão ocorrendo mudanças. Em setembro, Kim Jong-Eun, o terceiro filho de Kim Jong Il, foi oficialmente indicado ao cargo de general e promovido a segundo homem no comando da Comissão Militar central. Isso confirma a intenção do presente regime de fazer de Kim Jong Eun o sucessor hereditário. Será que a situação mudará para os cristãos quando ele se tornar o novo líder? Muitos norte-coreanos não acreditam nisso, mas só Deus conhece todas as coisas.

2. Irã

Durante o período em que foi feito o relatório, os cristãos continuaram a ser presos, principalmente em dezembro de 2009 e outros três meses de 2010. Muitos cultos ainda são monitorados pela polícia secreta.

Os cristãos que são ativos nas igrejas e células estão sendo pressionados. Eles são interrogados, presos e agredidos. Outros são oprimidos pela sociedade. Aconteceram diversas manifestações contra o governo iraniano, que está em crise com tantos protestos vindos de seus cidadãos.

Em uma tentativa de desviar a atenção desses problemas, o regime está atacando violentamente os cristãos. No total, centenas de cristãos foram presos, e depois soltos sob fiança. No entanto, eles ainda são monitorados pelas autoridades e podem ter que comparecer a audiências. Há também um risco das repercussões entre os extremistas muçulmanos, afetando principalmente os cristãos que evangelizam entre os muçulmanos.

A violência também pode vir da própria família. Um ex-muçulmano faleceu em consequência dos ferimentos sofridos em uma agressão cometida por um familiar. Enquanto isso, a igreja indígena continua a crescer, somando pelo menos 450.000 cristãos (indígenas e assírios/armênios), mas há uma grande necessidade de Bíblias. Infelizmente, durante o primeiro semestre de 2010, centenas de Bíblias foram confiscadas e queimadas pelas forças de segurança.

O islamismo é a religião oficial do Irã, e todas as leis e regulamentações devem estar de acordo com a interpretação oficial da lei sharia. Apesar de os cristãos armênios e assírios serem reconhecidos como cristãos, supostamente com liberdade religiosa, eles relataram diversas ocorrências de prisões, agressões e discriminação por causa de sua fé.

Essas comunidades podem ensinar seus moradores em sua própria língua, mas é proibido ministrar para ex-muçulmanos (que falam persa). Segundo a interpretação da lei sharia, qualquer muçulmano que deixar o Islã e abraçar outra religião deve ser morto.

3. Afeganistão

A situação no Afeganistão piorou durante o último ano. O governo intensificou a perseguição a ex-muçulmanos. O país tem uma população de mais de 28 milhões de pessoas, entre elas, poucos cristãos. Os cristãos afegãos não são aceitos na sociedade predominantemente muçulmana, e a legislação não é clara sobre quais são os direitos religiosos dos cristãos.

Durante 2010, houve muitos exemplos de intimidações e ameaças contra cristãos. Em maio e junho, a rede de televisão afegã Noorin exibiu diversas vezes imagens de ex-muçulmanos que estavam sendo batizados. Organizações de ajuda humanitária também foram acusadas de evangelismo.

Como respostas às transmissões, uma autoridade pediu a execução de todos aqueles novos cristãos, o que gerou muitos protestos nas ruas Cabul e outras cidades afegãs. Centenas de manifestantes ameaçavam e exigiam a expulsão de organizações cristãs do país. Dezenas de cristãos se esconderam ou deixaram o país.

Os cristãos afegãos continuam a sofrer perseguição e violência de membros de suas famílias. E em uma situação sem precedentes no país, teve início um debate público sobre se será permitido ou não que os afegãos se tornem cristãos e tenham direitos legais.

4. Arábia Saudita

O país teve sua posição alterada na Classificação de países por perseguição, de 3º para 4º lugar. A razão para essa pequena mudança é o aumento considerável da perseguição no Afeganistão. No entanto, recebemos diversas notícias de cristãos que foram agredidos fisicamente por causa de sua fé, o que não aconteceu no ano de 2009.

Cristãos foram presos e muitos fugiram do país por causa da perseguição. Existem alguns ex-muçulmanos que praticam sua fé secretamente. A liberdade religiosa não existe nesse país onde os cidadãos só podem seguir uma religião. Não há nenhuma segurança disponível para moradores não muçulmanos.

O sistema legal é baseado na lei islâmica (sharia). A apostasia (conversão a outra religião) é punível com sentença de morte se o acusado não se arrepender. Apesar de o governo reconhecer o direito de não muçulmanos cultuarem em particular, a polícia religiosa “muttawa” não respeita esse direito.

A prática religiosa pública também é proibida na Arábia Saudita. Quem se arrisca pode ser preso, agredido, deportado e, algumas vezes, torturado.

5. Somália

A situação para os cristãos na Somália piorou durante o último ano. A mídia transmitiu uma imagem negativa, e oito cristãos foram martirizados e muitos fugiram do país.

A república da Somália está em guerra civil desde 1991, e pode ser dividida em alguns estados que se auto declararam independentes – Somalilândia, Puntlândia e Sul da Somália, com a capital Mogadishu.

Enquanto a Somalilândia e a Puntlândia são estáveis, mas não o Sul da Somália, pois o grupo al-Shabaab controla 90% da região e tem como objetivo exterminar o cristianismo de todo o país.

6. Maldivas

A situação nas Maldivas não mudou drasticamente desde o relatório anterior. No arquipélago das Maldivas, o islã é a religião oficial do Estado e todos os cidadãos devem ser muçulmanos.

A perseguição dos cristãos nas Maldivas é sistemática:
• A legislação proíbe a prática de qualquer religião exceto islã;
• O governo se assume como o protetor e defensor do islã;
• Igrejas cristãs são proibidas;
• A importação de materiais cristãos é proibida;
• A discriminação dos não muçulmanos é total;
• O controle social é enorme,
• A média maldivana concorda com a proibição de qualquer religião que não sejam o islamismo.

No país menos evangelizado do mundo há apenas alguns indígenas cristãos que praticam a sua fé individualmente e em situação de extremo segredo por medo de serem descobertos. Nenhum convertido foi morto por apostasia nas Maldivas. Há relatórios de estrangeiros cristãos que foram detidos e deportados do país após materiais cristãos serem encontrados em sua bagagem.


7. Iêmen

Iêmen mantém a sétima posição e a situação da liberdade religiosa de cristãos não melhorou. Cristãos foram mortos pela sua fé e muitos foram expatriados. Eles haviam permanecido no país durante muitos anos e foram deportados sem qualquer motivo.

A Constituição Iemenita declara que o islã é a religião oficial e que sharia é a fonte de toda a legislação. Enquanto expatriados não evangelizam, o governo iemenita não intervém quando eles viver a sua fé, porém não são admitidos como cidadãos do Iêmen convertidos ao cristianismo (ou outras religiões).

Convertidos do islã podem enfrentar a pena de morte caso a sua nova fé seja descoberta. Eles também encontram oposição de grupos extremistas, que ameaçam de morte os apóstatas que não voltarem para o islã. Proselitismo [conversão] de muçulmanos é proibido.

Calcula-se que existam por volta de mil cristãos em todo o país. A maior parte deles é estrangeira (ocidentais, do sul e leste asiáticos, árabes) ou refugiada (principalmente etíopes). Existem alguns convertidos do islã. Em Aden há algumas igrejas, porém no norte do país é proibido qualquer edifício de igreja.

8. Iraque

O Iraque é uma das maiores mudanças neste ano na Classificação, passando de 17º a 8º. A mudança foi causada pelo elevado número de incidentes violentos contra os cristãos, com numerosos feridos e mortos. Adicionalmente, mais informações foram recebidas com relação ao número de cristãos sequestrados e o número de católicos feridos em ataques anticristãos específicos.

Os atentados a algumas igrejas cristãs em dezembro de 2009 ocasionou a fuga de metade da população cristã para Mosul. Os ataques contra cristãos aumentaram durante as eleições parlamentares; a violência começou pouco antes da hora prevista das eleições de janeiro de 2010 e durou todo o período eleitoral, no início de março.

Os dois principais atos de violência contra cristãos em 2010 foram o atentado à bomba num ônibus de estudantes cristãos em maio e o ataque terrorista a Igreja católica Síria em Bagdá no final de outubro. No primeiro incidente, três estudantes cristãos foram mortos e 180 feridos, muitos ficaram com cicatrizes ou inválidos.

No segundo, que também foi chamado “o mais mortífero ataque contra cristãos uma vez que os extremistas islâmicos começaram a marcá-los em 2003,” 58 cristãos morreram e 60 ficaram feridos. Pelo menos 90 os cristãos foram mortos, incluindo vários outros assassinatos seletivos de cristãos em Mosul, Bagdá e Kirkuk.

Cerca de 334.000 cristãos tem deixado no Iraque, menos da metade do número de 1991. A maioria dos cristãos são tradicionalmente de denominações assírias, caldeus, católicos, e armênios, e há milhares de evangélicos. Desde a queda de Saddam Hussein, a situação se deteriorou consideravelmente. A violência contra os cristãos é motivada por motivos religiosos, políticos, financeiros e sociais.

Os cristãos sofrem com a atmosfera anti-ocidental no país e são vistos como colaboradores com ocidentais. A influência ocidental está diminuindo enquanto as forças são evacuadas, e assim os extremistas tem a oportunidade de aterrorizar e expulsar os cristãos do país. A violência afetou centenas de milhares de iraquianos, tanto muçulmanos e cristãos, para deixar o país, e muitos se deslocam do interior do Iraque, especialmente para o Curdistão.

9. Uzbequistão

O Uzbequistão está mais uma vez entre os 10 primeiros. A pressão sobre os cristãos aumentaram. No passado, foram dadas multas como uma penalidade por violão da lei religiosa, mas agora prisões de curto prazo (3-15 dias) são dadas mais frequentemente como punição. Em cada cidade uzbeque existe uma pressão mais forte do que no passado.

Quase nenhuma nova licença de culto para igrejas foram emitidos; em vez disso muitas igrejas perderam seu registro e alguns até os edifícios. Frequentemente cristãos protestantes são vistos como uma influência desestabilizadora na sociedade. Eles vivenciam pressões de vários lados.

O governo multa e os prende; a sociedade faz com que percam o emprego e saiam do mercado; o clero islâmico e os familiares pressionam com agressões físicas, rejeições, humilhações e até expulsão de casa.

As leis sobre religião são rigorosas e o proselitismo é proibido. Regularmente, existe uma exposição negativa na televisão dos cristãos. Uma hostil disposição das autoridades locais e funcionários do tribunal são fatores que agravam a situação dos cristãos do país.

10. Laos

Laos é o outro único país de governo comunista na Classificação dos 10 primeiros (junto com a Coreia do Norte). Apesar das muitas expectativas, a situação no Laos não melhorou muito desde o relatório anterior. A Igreja é relativamente pequena, mas cresce (cerca de 200.000 cristãos, principalmente pertencentes às minorias étnicas).

Não houve melhora na liberdade religiosa no período de informação [para formação da Classificação]. A perseguição em Laos inclui algumas restrições na legislação. O governo tem uma posição muito negativa e restritiva para os cristãos, e todos estão sob rigorosa vigilância porque são considerados agentes dos Estados Unidos que procuram trazer mudanças políticas no sentido da democracia no país.

A igreja não pode operar livremente e as ações na sociedade são limitadas. Os cristãos são limitadas no seu papel familiar e na vila. Cristãos que se convertem e renunciam o culto a espíritos malignos, enfrentam grandes pressões da sociedade.

De vez em quando cristãos são presos, e muitos deles tem experiência de extrema pressão física e emocional (torturas) para que renunciem sua fé. No período de informação pelo menos 25 cristãos foram mortos; pelo menos mais 20 foram presos e detidos sem julgamento.

Os cristãos são fisicamente molestados numa base regular e várias igrejas foram destruídas ou danificadas. Milhares de refugiados [cristãos] estão vivendo Hmong, na Tailândia. Apesar do elevado nível de perseguição em Laos, existem muitas atividades e a Igreja não registrada parece crescer.
Fonte: Missão Portas Abertas

Perseguição Cultural:
 Embora vivamos num contexto cultural,não podemos nos conformar,sob hipótese alguma com a cultura deste presente século.então como agir? se,de fato somos o sal da terra e a luz do mundo , tranformemos a cultura que nos busca envolver  através da proclamação da palavra de Deus.
Relativismo Moral: Relativismo é a teoria filosófica que se baseia na relatividade do conhecimento e repudia qualquer verdade ou valor absoluto. Ela parte do pressuposto de que todo ponto de vista é válido. Essa filosofia afirma ainda que todas as posições morais, todos sistemas religiosos, todos movimentos políticos, etc., são verdades que são relativas ao indivíduo. Infelizmente, a filosofia do relativismo é penetrante em nossa cultura hodierna. Com a rejeição de Deus, e do Cristianismo, a verdade absoluta particular está sendo praticamente abandonada. Nossa sociedade pluralista deseja evitar a idéia que há realmente o certo e o errado.
Perseguição institucional:
Perseguição institucional. Amparada pela ‘lei’, a perseguição institucional velada está a pleno vapor. Leis aprovadas pelos Congressistas visam reprimir o avanço do evangelho e menosprezam os valores morais bíblicos.
 Veja abaixo alguns PROJETOS DE LEIS brasileiras, que, SE APROVADOS, impedirão a nossa ação a favor do Evangelho no Brasil:
* Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional).
* Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional).
* As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
* Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia.
* Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de ‘jornalismo’.
* Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
* Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos.
* Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
* Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo ‘discriminação’, poderão ser multadas e os pastores processados.
* Querem que o dia do ‘Orgulho Gay’ seja oficializado em todas as cidades brasileiras.

Como enfrentar a perseguição.

1- Evangelizando e fazendo missões:O povo de Deus não pode perder o seu foco que é evangelizar e fazer missões sempre, não importando as situações  e perigos.

2- Apresentando uma apologia de nossa fé:
Somente com o conhecimento da palavra de Deus poderemos refutar as falsas doutrinas e ensinamentos contrários ao evangelho de  Cristo, é  urgente o povo de Deus voltar-se para o ensino da palavra de Deus para que possamos responder a todos  a razão de nossa Fé , há  cristãos que são capazes de enumerar todas as pseudos divindades dos cultos afros e outras vertentes esotéricas mas são incapazes de dissertar sobre um personagem bíblico.


3- Conservando nossa identidade como povo de Deus.Somos um povo especial, zeloso e de boas obras, somos um povo escolhido para levar as boas do evangelho.
Enfim, representamos tudo o que o mundo como sistema dominado pelo inimigo odeia.



Conclusão:
As perseguições sempre existirão, mas o diabo nunca prevalecerá contra a Igreja de Cristo que sempre  sairá vitoriosa, por isso não desanime lute, lute sempre.

Bibliografia:
COMENTÁRIO BIBLICO   BARCLAY, Introdução e síntese do Novo Testamento  Nova Esperança
Revista CPAD-  Jovens e Adultos 1ª Trimestre de 2011
Missão Portas Abertas
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Social Assistance, an Important Business.

Social Assistance, an Important Business.

historical context:
Acts 6:1-7
As the Church grew begun to tackle all
problems of an organization and an institution. There is no nation
who has always had and still has such high regard that as
Jewish by the less fortunate brothers.
In the synagogue there was an established custom. Officials had
known as charitable. Two charity scoured the market and the
private homes all Fridays in the morning making a collection
cash to the needy. This was distributed during the day. Those who
needed help temporarily paid enough to
continue, and those who were permanently unable to
sustain themselves paid enough for fourteen meals
or two per day for the next week. The bottom of which was
This distribution is called Kuppah or basket. Moreover it was
a daily collection from house to house those who were passing
pressing needs. This was called Tamhui or tray. Clearly
that the Christian Church wisely followed this custom.
But among the Jews themselves had a failure. Orthodox Jews
hard and hated everything that came from the Gentiles. In the Christian church had
two classes of Jews. There were in Jerusalem and Palestine. Spoke
Aramaic, which came from their ancestral language, and boasted that
households had no foreigners in their lives. On the other hand had
Jews from other countries. They had come to Pentecost; did
the great discovery of Christ and stayed. Many of them had been
outside of Palestine for several generations, they had forgotten the Hebrew and
spoke Greek. The natural consequence was that the proud Jews
Aramaic speaking Jews look down on foreigners. This
rebound found its way of expression in the daily and there
complaints that the widows of the Greek-speaking Jews were passed by high
- What could possibly be made deliberately. Even Acts
apostles could not be involved in these issues. So
Seven were chosen to straighten things out and to bring
over the situation.
It's very interesting that the first appointees
were men who had no duty to speak, were chosen for
a practical service.
Alshorn Florence, the great missionary teacher, once said:
"An ideal is not yours until he comes out of their fingertips."
The first concern of the early Church was to begin its
Christianity.
The Nature of the diaconate
Etymologically the word Deacon translated from Greek means = SERVO - MINISTER, assisting, assist. This word appears specifically in Phil. 1:1; Timothy. 3:8-13 and At.6 :1-7. Also speaking at Deaconess Rm. 16:1.
By the nature of word and context of the function, one sees that the deacons meet a function of secondary services, helping to priests in a locality. Although the word deacon is also applied to other men. In this case refers more to the spirit of service, as Christ also is called this way.
Social Context:

In ancient times there was simply not an option for self-gain for women. If a widow had no children that provide their livelihood, she was in great distress. In this situation, however, were primarily widows of the "Hellenists". After old couples had moved from outside to the Holy Land, especially in Jerusalem. Being dead husband, and children living in a distant land, what would be his wife now? Began service benefit of the church, originally of the Jewish, and now also of the Christian. Consequently, the linguistic differences and the great extension of the church have become stumbling blocks. At that time widows lived a quiet life and demure. Probably the best known apostles widows group Aramaic and viewed them more often. Hellenist widows were "forgotten." Neither Lucas reported that "distribution to each according to his need" has led to a form of regular help. One such activity is consolidated in an institution unexpectedly. It seems, therefore, developed the practice of regularly feeding the needy, to make meals a day for which the Hellenist widows were not invited. However, the fact that certain
people not only found themselves excluded from a free donation and possible, but for regular servicing, which also seemed to give them a "right" to certain benefits, creates special sadness and bitterness. We all know how quickly we feel hurt, how easily suspect "intentions" behind forgetting that in reality are explained by reasons of their inoffensive. Generalize quickly isolated cases, and collective selfishness just exacerbating it. "There was murmuring of the Grecians against the Hebrews because their widows were being
overlooked in the daily. "
Bibliography:
BYBLOS - CD BIBLICAL RESEARCH
BIBLICAL COMMENTARY BARCLAY, Introduction and overview of the New Testament New Hope
CPAD Magazine-Youth and Adult 1st Quarter 2011

Lição 7- Assistencia Social, um Importante Negócio.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Carnaval Gospel!!

Carnaval Gospel!!!
agora não falta mais nada , ja tivemos festa Jesuina, halloween gospel e outras aberrações  , que Deus tenha misercórdia de nosso Brasil....
sábado, 5 de fevereiro de 2011

EBD Galileus:   A importancia da Disciplina na IgrejaHá pelo ...

A importancia da Disciplina na Igreja


Há pelo menos três tipos de disciplina mencionadas na Bíblia:
  • Disciplina Divina, onde Deus mesmo corrige os Seus filhos pessoalmente (At 5:1-11).
  • Disciplina Própria, onde nós mesmos corrigimos as nossas atitudes erradas (I Co 11:31)
  • Disciplina no Lar, onde os pais corrigem seus filhos (Ef 6:4).

      Por que a disciplina na igreja é necessária? Há três razões principais:
a) Infelizmente nem sempre usamos a disciplina própria nas nossas vidas. Às vezes, por falta de conhecimento da Palavra de Deus, ou por falta de cuidado em obedecer o que temos aprendido, caímos em pecado. Assim a disciplina da Igreja chama a atenção do pecador ao seu caminho errado e o ajuda a deixar o pecado e ser restaurado à ordem de Deus.
b) Se o pecador não for corrigido com certeza outros também vão cair no mesmo erro. "não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?" ( I Co 5:6; Gl 5:9). A disciplina é necessária para ensinar a outros sobre a necessidade de santidade na igreja (At 5:11).
c) Deus não pode abençoar Seu povo coletivamente quando há pecado no meio. Acã causou prejuízo para todo o povo de Israel quando pecou ( Veja Js7). A disciplina purifica a igreja na presença de Deus.

Ananias e Safira: A primeira tentativa da entrada de hipocrisia na Igreja .

  Atos 5: 1-11
Ver: 1-MAS um certo varão chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade,
Ver: 2-E reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos.
Ver: 3-Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade?
Ver: 4-Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus.
Ver: 5-E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram.
Ver: 6-E, levantando-se os mancebos, cobriram o morto, e, transportando-o para fora, o sepultaram.
Ver: 7-E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido.
Ver: 8-E disse-lhe Pedro: Dize-me, vendestes por tanto aquela herdade? E ela disse: Sim, por tanto.
Ver: 9-Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor? Eis ai à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti.
Ver: 10-E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os mancebos, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido.
Ver: 11-E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.

Este incidente nos mostra que a igreja primitiva não estava livre de
Problemas internos. Lucas não procura atenuar a situação, mas conta o acontecimento com cores negras.
Safira no aramaico significa linda. Tal como Barnabé, ela e seu marido venderam uma propriedade. Ananias, com o conhecimento de sua mulher, planejou levar apenas parte do dinheiro aos apóstolos, fingindo que estava dando tudo.
Não somos informados de como Pedro reconheceu a fraude; foi provavelmente por iluminação divina. Pedro acusou Ananias não por enganá-lo mas  por tentar enganar o Espírito Santo. O Espírito Santo é obviamente uma pessoa, e o versículo 4  mostra que o Espírito Santo também  é Deus.
O programa de partilhar riquezas na igreja primitiva era puramente voluntário e não compulsório. Permanecendo de posse da terra, Ananias tinha o direito de fazer o que entendia; e mesmo depois de vendê-la, o dinheiro era seu para usá-lo como quisesse. O pecado de Ananias não foi o de guardar o dinheiro, mas o de pretender uma consagração completa a Deus enquanto deliberadamente guardou parte do dinheiro. Foi o pecado de uma consagração desonesta, pois ele mentiu a Deus.
Encarando a enormidade do seu pecado, Ananias sentiu-se completamente vencido e imediatamente caiu ao chão e expirou. Não somos informados da causa do seu mal. Certamente Pedro não invocou sua morte. Quer Ananias tenha ou não expirado devido a um choque emocional, sua morte foi um juízo de Deus sobre sua consagração hipócrita.
Antigamente no Oriente o sepultamento era feito logo após a morte sem maiores delongas por causa da rápida decomposição dos corpos.
Safira devia estar longe da cena, caso contrário à morte de seu marido tê-la-ia alcançado mais cedo.   Pedro acusou-a de cumplicidade de estar brincando com Deus.
Tentar a Deus (Êx. 17:2; Dt. 6:16),  isto é, ver até onde se pode ir tomando liberdades com a bondade de Deus, é um pecado perigoso. Essa foi uma das tentações que nosso Senhor enfrentou (Mt. 4:7).  Safira teve o mesmo destino de Ananias. Ela também caiu e expirou. Não temos motivos para crer que Ananias e Safira não fossem salvos. Sua morte física foi um juízo divino que não envolveu a salvação deles. O próprio fato de serem crentes determinou a enormidade do seu pecado. Estavam fingindo uma "submissão total" mas  deliberadamente guardaram algo para si.Este é um pecado que só pode ser cometido por um cristão.
Este acontecimento despertou grande espanto e temor de Deus na igreja e produziu influência purificadora.

Definindo Disciplina
Discplina segundo o dicionário Houaiss é 1.obediência às regras, aos superiores, a regulamentos (d. militar)   2.ordem, regulamento, conduta que assegura o bem-estar dos indivíduos ou o bom funcionamento (p.ex., de uma organização)   3.ordem, bom comportamento  4.comportamento metódico, determinado; constância  5.  ciência, ramo de conhecimento; matéria escolar.
 Como vemos acima disciplina fala e de obediência e ordem bem como de conduta que visa assegurar o bem estar e o bom funcionamanto de uma instituição, dentro do contexto da igreja ela visa santificar seus membros e corrigir eventuais falhas,mas vivemos em tempos em que muitas pessoas não suportam  ouvir a palavra disciplina na igreja , acham que por estarmos na dispensação da graça podemos tudo e nenhum comportamento ou atitude deve ser abalizado pelas escrituras , infelizmente alguns quando repreendidos pelas suas atitudes viram as costas para aquela igreja e procuram locais onde sua conduta é aceitavel conforme esta em 2Tm 3:4 Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;.
 ,
Bibliografia:
COMENTÁRIO  BÍBLICO  MOODY
Revista CPAD-  Jovens e Adultos 1ª Trimestre de 2011

EBD

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